El ocaso del antiguo régimen en los imperios ibéricos. Margarita Rodríguez
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18 Archivo General de Simancas (AGS), Sección Gracia y Justicia (en adelante AGS Gracia y Justicia). Leg. 690. Maserano a Grimaldi. Londres, 30 de abril de 1767.
19 AGS Gracia y Justicia. Leg. 688. Consejo Extraordinario. Madrid, 12 de julio de 1767.
20 También el Secretario de Gracia y Justicia, Manuel de Roda, compartía esta sospecha de la conjura entre jesuitas e ingleses (Pinedo, 1996, pp. 203-204).
21 AGS Gracia y Justicia. Leg. 690. Consejo extraordinario. Madrid, 6 de setiembre de 1767.
22 Archivo Histórico Nacional (AHN), sección Estado (en adelante AHN Estado). Leg. 4.532. Almodóvar a Luis da Cunha. Lisboa, 18 de septiembre de 1767.
23 AHN Estado. Leg. 4.532. Almodóvar a Grimaldi. Lisboa, 22 de setiembre de 1767.
24 AHN Estado. Leg. 4.532. Almodóvar a Grimaldi. Lisboa, 29 de setiembre de 1767.
25 AHN Estado. Leg. 4.532. Almodóvar a Grimaldi. Lisboa, 5 de octubre de 1767.
26 Azeitão era la casa de campo del duque de Aveiro, que tras ser ejecutado por alta traición por haber sido culpado del frustrado atentado contra el rey D. José en setiembre de 1758, fue acondicionada como presidio. AGS Estado. Leg. 7.263. Conde de Maceda a Ricardo Wall. Lisboa, 18 de setiembre de 1759.
27 AHN Estado. Leg. 4.532. Grimaldi a Lardizabal. Aranjuez, 22 de junio de 1769.
28 AGS Dirección General del Tesoro. Inventario 27, Leg. 14. Pedro Rodríguez de Campomanes a Pedro Francisco Goosen. Madrid, 13 de junio de 1769.
29 AHN Estado. Leg. 4.532. Lardizábal a Grimaldi. Lisboa, 8 de julio de 1769.
30 Colección general de las providencias hasta aquí tomadas por el gobierno sobre el extrañamiento y ocupación de temporalidades de los Regulares de la Compañía que existían en los dominios de S.M. de España, Indias, e Islas Filipinas a consecuencia del Real Decreto de 27 de Febrero, y Pragmática-Sanción de 2 de Abril de este año de 1767. Los artículos relacionados con esta cuestión: VI, VII, XV, XVI y XVII.
31 L’antico progetto di Borgo Fontana dai moderni giansenisti continuato e compito (1795), traducido al castellano en 1814. En 1794 escribió Saggio critico sulle crociate, donde hacia un paralelismo entre los infieles árabes y los herejes franceses.
32 Causas de la Revolución francesa, difundido en manuscrito desde 1799 e impreso en 1807.
33 El fiscal fiscalizado (1792).
34 Cartas a un republicano romano (1814).
35 La tesis conspirativa está presente en la mayoría de los 69 volúmenes manuscritos del Diario del P. Luengo, custodiados en el Archivo Histórico de Loyola.
36 Diario de Manuel Luengo, 13 de julio de 1808, ff. 432-436.
II. Historias conectadas:
Brasil y Perú en el contexto de las independencias
O Brasil e o Peru no contexto das independências: a hipótese de uma solidariedade monárquica37
João Paulo Pimenta
Universidade de São Paulo
1. Introdução
Nas primeiras três décadas do século XIX, Brasil e Peru se constituem em espaços políticos multifacetados, dinâmicos e prenhes de pontos de contato recíprocos. A um primeiro olhar, não são exceção à regra na América ibérica, onde colônias portuguesas e espanholas vão deixando de ser colônias mais ou menos ao mesmo tempo, em um processo complexo e cheio de variações de tempos e espaços específicos; no entanto, nada do quê de essencial ali ocorre, em termos de definição de projetos políticos de futuro, ocorre de modo isolado de um contexto mais amplo do qual emanam muitos de seus sentidos. Ao contrário do que se costumou afirmar, muito por herança das fortes linhagens e tradições de história nacionais surgidas no século XIX, e que coroaram o mito da excepcionalidade da trajetória histórica de cada país e de cada nação a eles correspondentes, as independências da América ibérica devem ser compreendidas em uma mescla entre elementos específicos de cada parte, e elementos gerais constituídos a partir de determinações recíprocas entre partes diferentes. A parte pelo todo, e o todo pela parte.
A concepção de uma unidade de análise dessa natureza, assentada na observação de um fenômeno amplo, impõe reflexões de ordem teórica que aqui apenas podem ser esboçadas. Limito-me a retomar sinteticamente um esquema que esbocei anteriormente: as independências da América ibérica podem ser parcialmente entendidas em função de uma vasta «experiência histórica», responsável pelo estabelecimento de relações recíprocas —assimétricas quanto a fluxos, intensidades e naturezas— entre movimentos políticos, e que fazem com que aquilo que ocorre antes em uma parte possa ser (não necessariamente o é) lido e apropriado em outra, e em direção ao que virá depois. Uma «experiência», aqui, significa a possibilidade de um conjunto de aprendizados recíprocos extraídos do passado (muitas vezes recente), e que permitem algum tipo de mobilização efetiva, seja por inspiração, rejeição, temor e expectativa em relação a esse passado, ou, simplesmente, por ele servir de parâmetro de ação. Assim, o passado condiciona o presente em direção a um futuro38. Além disso, essa «experiência» decorre também de condições efetivas de ação política no presente que impõem certas condutas a grupos e sujeitos em relação a outros, direta ou indiretamente. Nesse caso, fronteiras geográficas socialmente ocupadas, fluxos de bens, pessoas e ideias, desempenham papel relevante (Pimenta, 2007; 2012).
Assim, se podemos falar de um «espaço de experiência revolucionário moderno», no qual eventos tão diferentes como a independência das Treze Colônias britânicas, a Revolução Francesa, as independências do Haiti, de cada um dos territórios espanhóis da América e do Brasil cobram sentido uns em relação aos outros (sem que um esteja necessariamente inspirado no outro, ou dando continuidade a ele), poder-se-há falar também em «experiências» específicas, a aproximar esses espaços mais de uns do que de outros, em momentos e por meios particulares.
Precisamente,